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domingo, 16 de outubro de 2011

Caminhada Fotográfica é tema de exposição

Após a exposição virtual (vide link), uma parte das fotos conseguidas durante a 11ª Caminhada Fotográfica Hercules Florence foi selecionada para compor uma exposição física. Iniciada no dia 08/10, as fotografias estarão exibidas na sede da faculdade ESAMC - Campinas (Rua José Paulino) até 04 de novembro.
Para o coordenador do evento, Roberto Mercury, a mostra poderia ser bem maior, levando-se em consideração a quantidade de imagens captadas pelos 130 participantes da caminhada. Em sua opinião, com base em alguns contatos, há uma certa timidez porque muitos pensam que a Caminhada Hercules Florence tem mais participantes profissionais.
Mas o coordenador rebate e se esforça para mudar essa idéia. Na verdade - esclarece -, o evento existe não só para homenagear o "nosso inventor da fotografia", mas para difundir a prática e também repensar o cenário urbano através do conhecimento de sua história (no caso, a cidade de Campinas). Além disso, através do registro fotográfico, a transformação dos espaços históricos da cidade pode ser acompanhada ano após ano. Em outra instância, esse valioso instrumento de documentação pode ser útil no momento que a população julgar necessário cobrar alguma ação do poder público. 

Veja exposição virtual

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Caminhada fotográfica Hércules Florence rendeu uma bela exposição

zoom com apenas um clic
Participar da 10ª Caminhada Hércules Florence foi, para mim, motivo de muita satisfação (aliás, muitos). Primeiro porque foi a minha primeira caminhada, com grande aprendizado histórico; segundo, porque a exposição das fotos na galeria do Senac mostrou o quanto é possível explorar o mesmo ambiente sob os mais diferentes ângulos. E, para provar, a curadoria da mostra foi sábia ao organizar as fotos por tema e, quando possível, por local. Independente da câmera fotográfica utilizada, mais uma vez ficou comprovado que o fator mais importante para a tomada de qualquer foto são aqueles 30 centímetros atrás do visor (ou seja, o fotógrafo, recorrendo a uma frase do mestre Ansel Adams).  
Duas leituras do mesmo cenário: a escultura completa e o detalhe, compondo com o fundo.
Com certeza, centenas de imagens continuam sob guarda dos participantes, para alimentar muitas outras exposições.
Tomara que isso aconteça logo.