O
Museu foi criado a partir de um desenho inspirado no Museu do Louvre, de Paris, pelo arquiteto mineiro
Rodrigo de Araújo Moreira e da ajuda de alunos de arquitetura. O auditório e a fachada ganharam jogo de sombras e transparências para dar destaque aos dois lados da corrupção. O conteúdo foi preenchido pelo trabalho de pesquisa da jornalista Kássia Caldeira.
No site, depois da introdução em flash, a visita é iniciada pelo saguão principal onde é possível visualizar os "atrativos" do
Museu. Daí pra frente é só entrar nas salas dos horrores. Em cada uma delas uma figurinha carimbada do cenário nacional e amostras dos "deslizes profissionais" de que foram acusados - alguns provados.
Há tanta coisa por debaixo do tapete que o Muco recebeu um "puxadinho" na lateral. Lá você pode conferir, por exemplo, a Linha do Tempo, um espaço de exibição e reflexão sobre os escândalos que marcaram a história do País. Começa em 1960. O pessoal da corte, ditadores, republicanos e outros patrões do País, por enquanto, ficaram de fora. Pelo visto não há museu virtual que comporte tamanho "deslize profissional".
O
tour pelo
Museu termina na lojinha da "instituição", onde o visitante encontrará lembranças como camisetas, algemas, aparelhos de escuta, malas pretas e até propinas virtuais.
Fonte: site
http://jornalistamasini.wordpress.com
Explore o Museu à vontade
No "saguão principal" do
museu, na internet, pode-se acessar o "hall de casos", a "sala dos escândalos", as "operações da Polícia Federal", os "cartões postais da corrupção", a "sala das CPIs" e a "galeria Edmar Cid Ferreira", ex-controlador do Banco Santos que reunia diversas obras de arte em sua residência. Não deixe de visitar a casa de ferramentas.