sexta-feira, 27 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Como não sufocar o planeta
DESABAFO recebido por e-mail, de alguém consciente:
Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
terça-feira, 3 de abril de 2012
Na mostra de arte chapeleira, a fábrica é reencontrada
No último domingo, 1º de abril, estive na Mostra de Arte Chapeleira na Fábrica de Chapéus Cury, em Campinas, motivado pela chamada que vi na tv. No local, descobri que a presença de tanta gente foi estimulada também pelo rádio e jornal. Entre o público, funcionários e ex-funcionários chapeleiros, parentes, curiosos. Muitos, com o mesmo pensamento que eu, querendo conhecer a história e registrar um pouco da atmosfera dessa fábrica de 92 anos no coração da cidade.
Como dizia o folder do evento, "esta foi uma iniciativa de artistas que exploraram - em suas obras - alguma dimensão inspirada pela existência dessa fábrica e pela memória de chapeleiros que ali trabalharam ou trabalham." Eles visitaram a Chapéus Cury em diversos momentos dos últimos 30 anos e transformaram suas sensações em cinema, teatro e fotografia (Adrian Cooper, Julia Zakia, Lume Teatro e Fabio Fantazzini)".
Guiados por Sérgio Cury Zakia (88 anos), o chapeleiro mais antigo da família fundadora e ainda atuante (mais de 70 anos dedicados à arte), nós, visitantes, tivemos a oportunidade de conhecer uma parte do labirinto fabril, percebendo visualmente a história que permanece viva em cada máquina, molde ou ferramenta. Parece-me quase impossível fugir do texto de apresentação, que confirma cada sentido estimulado magicamente durante a caminhada. "Ao passar pela porta de entrada, foi como voltar no tempo, ao início do século." A cada passo, os sentidos aguçados, buscando identificar o cheiro do vapor que dá forma ao pelo e à lã, ou imaginar o ruído das antigas máquinas. Ao longe, era como escutar vozes das várias gerações de artesãos, fluindo pelas mesmas frestas que permitem a saída do vapor e a entrada dos raios de sol. Pelas vidraças, o mundo moderno de fora, com seus modernos edifícios, cada vez mais altos, disputando espaço com a velha chaminé de tijolos que identifica o local da fábrica; lá dentro, a atmosfera de um tempo que não passou.
E foi nessa atmosfera que tentei registrar algumas imagens dessa famosa fábrica de chapéus, que ganhou ainda mais notoriedade ao ser anunciada como fornecedora do inseparável chapéu de Indiana Jones. Pena que o evento de portas abertas não permitiu a demostração de algumas atividades da arte chapeleira, mas valeu como manifestação artística e contribuição cultural à cidade.
Clique aqui para entrar no álbum:
https://plus.google.com/photos/100582723877226470497/albums/5727026197639553729?authkey=CMCar8-IwLrPhAE
Como dizia o folder do evento, "esta foi uma iniciativa de artistas que exploraram - em suas obras - alguma dimensão inspirada pela existência dessa fábrica e pela memória de chapeleiros que ali trabalharam ou trabalham." Eles visitaram a Chapéus Cury em diversos momentos dos últimos 30 anos e transformaram suas sensações em cinema, teatro e fotografia (Adrian Cooper, Julia Zakia, Lume Teatro e Fabio Fantazzini)".
Guiados por Sérgio Cury Zakia (88 anos), o chapeleiro mais antigo da família fundadora e ainda atuante (mais de 70 anos dedicados à arte), nós, visitantes, tivemos a oportunidade de conhecer uma parte do labirinto fabril, percebendo visualmente a história que permanece viva em cada máquina, molde ou ferramenta. Parece-me quase impossível fugir do texto de apresentação, que confirma cada sentido estimulado magicamente durante a caminhada. "Ao passar pela porta de entrada, foi como voltar no tempo, ao início do século." A cada passo, os sentidos aguçados, buscando identificar o cheiro do vapor que dá forma ao pelo e à lã, ou imaginar o ruído das antigas máquinas. Ao longe, era como escutar vozes das várias gerações de artesãos, fluindo pelas mesmas frestas que permitem a saída do vapor e a entrada dos raios de sol. Pelas vidraças, o mundo moderno de fora, com seus modernos edifícios, cada vez mais altos, disputando espaço com a velha chaminé de tijolos que identifica o local da fábrica; lá dentro, a atmosfera de um tempo que não passou.
E foi nessa atmosfera que tentei registrar algumas imagens dessa famosa fábrica de chapéus, que ganhou ainda mais notoriedade ao ser anunciada como fornecedora do inseparável chapéu de Indiana Jones. Pena que o evento de portas abertas não permitiu a demostração de algumas atividades da arte chapeleira, mas valeu como manifestação artística e contribuição cultural à cidade.
Clique aqui para entrar no álbum:
https://plus.google.com/photos/100582723877226470497/albums/5727026197639553729?authkey=CMCar8-IwLrPhAE
terça-feira, 20 de março de 2012
Obras do Destro continuam na mesma
A ponte que liga as margens da via Anhanguera, dando acesso à nova loja Leroy Merlin, continua interditada. Talvez, um dos motivos seja a não conclusão das obras de responsabilidade do atacadista Destro, para liberar a cabeceira da ponte. Segundo um funcionário Leroy, um incêndio na unidade Destro Jundiaí, seria o motivo da paralização das obras na futura unidade Campinas. É claro que a prefeitura tem uma parcela de culpa, assim como as concreteiras que, segundo o mesmo funcionário, não cumpriram o que lhes cabem na pavimentação dos acessos.
Enquanto isso, para se chegar à loja Leroy, deve-se peregrinar de carro pela avenida Lix da Cunha, Balão do Tavares, via Anhanguera, John Boyd e por onde mais for necessário.
Enquanto isso, para se chegar à loja Leroy, deve-se peregrinar de carro pela avenida Lix da Cunha, Balão do Tavares, via Anhanguera, John Boyd e por onde mais for necessário.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Foto-denúncia costuma trazer resultados
Nem sempre a foto-denúncia tem propósito pejorativo. Melhor é que funcione como alerta.
Não sei se foi o que aconteceu com as fotos divulgadas sobre o péssimo estado das bandeiras na fachada do Banco do Brasil (av. John Boyd Dunlop, Jd. Londres, Campinas), ou se a renovação estava planejada. O fato é que a agência ganhou bandeiras novas, de forma rápida.
Ótimo, pois, fachada, limpeza do prédio, cuidado com jardins, uniforme de funcionários, são tão importantes quanto o logotipo que identifica qualquer empresa. Nesse caso, estamos falando do primeiro banco do País e que leva o seu nome. Por que não ser impecável em todos os sentidos?
Tomara que a manutenção esteja sempre atenta, pois a altura dos mastros e sua distância da marquise, combinadas às variações do clima (vento e chuva), indicam que o cenário anterior se repetirá.
Não sei se foi o que aconteceu com as fotos divulgadas sobre o péssimo estado das bandeiras na fachada do Banco do Brasil (av. John Boyd Dunlop, Jd. Londres, Campinas), ou se a renovação estava planejada. O fato é que a agência ganhou bandeiras novas, de forma rápida.
Ótimo, pois, fachada, limpeza do prédio, cuidado com jardins, uniforme de funcionários, são tão importantes quanto o logotipo que identifica qualquer empresa. Nesse caso, estamos falando do primeiro banco do País e que leva o seu nome. Por que não ser impecável em todos os sentidos?
Tomara que a manutenção esteja sempre atenta, pois a altura dos mastros e sua distância da marquise, combinadas às variações do clima (vento e chuva), indicam que o cenário anterior se repetirá.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Que este tratamento não chegue aos clientes
Imagine-se cliente do Banco do Brasil recebendo o mesmo tratamento dedicado às bandeiras que ornamentam a fachada da sua agência BB na Av. John Boyd Dunlop, no Jardim Londres, Campinas, SP.Lá, o pavilhão nacional e a bandeira de Campinas, abraçadas, mais parecem duas figuras maltrapilhas, desgastadas pelo tempo, presas a grilhões, à espera de mais uma sessão de tortura.
E não é de hoje que estão expostas assim. Lembro-me de uma ligação telefônica que fiz àquela agência no início de 2011, para comentar a situação. Na época, soube de uma suposta reforma que incluiria até os mastros, por consequência as bandeiras sairiam da exposição vexatória. Se aconteceu, não sei. Mas, pelo estado atual das bandeiras (hoje, pior que nestas fotos), o descaso permaneceu.
Relembrando a época de serviço militar e aulas de Educação Moral e Cívica (depois, OSPB), fica uma certeza: havia regras rígidas para uso e exposição de bandeiras, principalmente a do Brasil. Mas, pelo jeito, assim como as matérias escolas que tratavam do civismo, aquele enorme regulamento foi relaxado. E muito.
![]() |
| De braços dados, cada qual com suas amarras. |
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
"O Messias", de G.F. Händel, é tema do concerto de Natal na PUC-Campinas
O Centro de Cultura e Arte da PUC-Campinas promoveu um concerto de Natal na noite de 20 de dezembro, no auditório Dom Gilberto (Campus I), com o oratório "O Messias", de George Frideric Händel.
Maestro Hermes Coelho esteve à frente de uma formação especial dos corais Ars Musicalis e Canto Coral Exsultate e da Orquestra Sinfônica de Americana, que apresentaram a famosa peça de Händel. Excepcionalmente, o maestro levou ao público o oratório com 48 movimentos, dos 51 originais, divididos em três partes.
Algumas fotos que fiz durante a apresentação:
Maestro Hermes Coelho esteve à frente de uma formação especial dos corais Ars Musicalis e Canto Coral Exsultate e da Orquestra Sinfônica de Americana, que apresentaram a famosa peça de Händel. Excepcionalmente, o maestro levou ao público o oratório com 48 movimentos, dos 51 originais, divididos em três partes.
Algumas fotos que fiz durante a apresentação:
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Com muitas novidades, 18ª Fenatran encerra hoje
Após mobilizar um exército de pessoas na montagem e manutenção do evento, somado aos milhares de visitantes, chega a hora da desmontagem. Hoje termina mais um evento Fenatran, considerado um dos maiores dos últimos anos, tanto em nível de participação internacional quanto em lançamentos para o mercado brasileiro.
Com o início da legislação Proconve P7, correspondente à Euro 5, os fabricantes nacionais se mostram mais que preparados para colocar no mercado produtos com índices de redução de emissões de acordo com a norma estabelecida.
Vamos aguardar os resultados da melhoria do meio ambiente somente daqui a alguns anos, visto a enorme frota de veículos antigos e ausentes de programas de manutenção preventiva.
Em breve, mercado conhecerá novos produtos
A Fenatran apresentou muitas novidades em termos de veículos comerciais e de transporte de passageiros. No entanto, o segmento de peças de reposição não ficou atrás, sendo que algumas das grandes marcas selaram sua entrada em outros setores, como foi o caso do lançamento do óleo Mercedes-Benz, produto já consagrado na Europa e que no início de 2012 chega ao Brasil.
Com o início da legislação Proconve P7, correspondente à Euro 5, os fabricantes nacionais se mostram mais que preparados para colocar no mercado produtos com índices de redução de emissões de acordo com a norma estabelecida.
Vamos aguardar os resultados da melhoria do meio ambiente somente daqui a alguns anos, visto a enorme frota de veículos antigos e ausentes de programas de manutenção preventiva.
Em breve, mercado conhecerá novos produtos
A Fenatran apresentou muitas novidades em termos de veículos comerciais e de transporte de passageiros. No entanto, o segmento de peças de reposição não ficou atrás, sendo que algumas das grandes marcas selaram sua entrada em outros setores, como foi o caso do lançamento do óleo Mercedes-Benz, produto já consagrado na Europa e que no início de 2012 chega ao Brasil.
| fotos: Heleno Clemente |
domingo, 16 de outubro de 2011
Caminhada Fotográfica é tema de exposição
Após a exposição virtual (vide link), uma parte das fotos conseguidas durante a 11ª Caminhada Fotográfica Hercules Florence foi selecionada para compor uma exposição física. Iniciada no dia 08/10, as fotografias estarão exibidas na sede da faculdade ESAMC - Campinas (Rua José Paulino) até 04 de novembro.
Para o coordenador do evento, Roberto Mercury, a mostra poderia ser bem maior, levando-se em consideração a quantidade de imagens captadas pelos 130 participantes da caminhada. Em sua opinião, com base em alguns contatos, há uma certa timidez porque muitos pensam que a Caminhada Hercules Florence tem mais participantes profissionais.
Mas o coordenador rebate e se esforça para mudar essa idéia. Na verdade - esclarece -, o evento existe não só para homenagear o "nosso inventor da fotografia", mas para difundir a prática e também repensar o cenário urbano através do conhecimento de sua história (no caso, a cidade de Campinas). Além disso, através do registro fotográfico, a transformação dos espaços históricos da cidade pode ser acompanhada ano após ano. Em outra instância, esse valioso instrumento de documentação pode ser útil no momento que a população julgar necessário cobrar alguma ação do poder público.
Veja exposição virtual
Para o coordenador do evento, Roberto Mercury, a mostra poderia ser bem maior, levando-se em consideração a quantidade de imagens captadas pelos 130 participantes da caminhada. Em sua opinião, com base em alguns contatos, há uma certa timidez porque muitos pensam que a Caminhada Hercules Florence tem mais participantes profissionais.Mas o coordenador rebate e se esforça para mudar essa idéia. Na verdade - esclarece -, o evento existe não só para homenagear o "nosso inventor da fotografia", mas para difundir a prática e também repensar o cenário urbano através do conhecimento de sua história (no caso, a cidade de Campinas). Além disso, através do registro fotográfico, a transformação dos espaços históricos da cidade pode ser acompanhada ano após ano. Em outra instância, esse valioso instrumento de documentação pode ser útil no momento que a população julgar necessário cobrar alguma ação do poder público.
Veja exposição virtual
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
A Noite do Castelo volta a Campinas
Veja notícia no site Terra
Campinas viu nesta quarta-feira, 28/09, a ópera A Noite do Castelo ser tocada pela primeira vez na cidade desde 1978, quando a obra foi interpretada pela Orquestra Sinfônica Municipal. Agora, 33 anos depois, foi a vez do maestro Hermes Coelho comandar a ópera no teatro Luiz Otávio Burnier, encerrando o Mês de Carlos Gomes em Campinas, no Centro de Convivência.
Hermes Coelho apresentou a obra junto à Orquestra Companhia de Ópera Carlos Gomes, criada pelo próprio maestro para a montagem dessa ópera e reúne 40 músicos da cidade e da região. A apresentação, aberta ao público, comemorou os 150 anos da primeira encenação de A Noite no Castelo, realizada no Rio de Janeiro, no Teatro Lírico Fluminense.
Antonio Carlos Gomes, campineiro que morreu em 1896, é considerado um dos mais importantes compositores de ópera do País. A obra O Guarani é uma das marcas do músico. A Noite no Castelo foi escrita pelo poeta aos 25 anos de idade.
O Mês de Carlos Gomes promoveu diversas atrações culturais na cidade, entre programas de rádio, palestras, apresentações musicais, recitais e concursos de cantores.
http://arsmusicalis.blogspot.com/
Antonio Carlos Gomes, campineiro que morreu em 1896, é considerado um dos mais importantes compositores de ópera do País. A obra O Guarani é uma das marcas do músico. A Noite no Castelo foi escrita pelo poeta aos 25 anos de idade.
| O carinho do público foi prova da grande aceitação desse estilo musical. Maestro Hermes Coelho destaca a atuação dos cantores líricos participantes da montagem. |
http://arsmusicalis.blogspot.com/
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